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Posts Tagged ‘cultura’

Os meus amigos do PS que me desculpem, mas não  resisti ao conteúdo da vossa candidatura, sem um comentário.

Li com atenção a candidatura do PS e o que se propõe fazer, porque dos restantes partidos nem isso foi possível.

Caso o PS ganhe novamente a freguesia do Sebal, perspectivam-se mais quatro anos de escuridão cultural e social. Não consta no programa do PS qualquer ideia clara ou objectivos concretos. Não existe qualquer referência à Cultura, ao Associativismo, às Artes, ao Apoio Social, ao Turismo, à Modernização e ao Progresso. Em suma, mais uma vez as pessoas são preteridas para um lugar subalterno o que é admirável num partido dito SOCIALISTA.

Os cinco  parágrafos que compõem a candidatura PS, esgotam-se numa “equipa renovada” em quintuplicado:

  • os dois primeiros parágrafos são consumidos a apresentar “uma equipa renovada” por imposição legal da lei da paridade, e nesse caso, como mulher, considero uma atitude pura e simplesmente machista que despreza e não tem em conta a qualidade intelectual das mulheres que integram a lista;
  • o terceiro esgota-se em si mesmo ao dizer que a “equipa renovada” continua com o mesmo sentido de responsabilidade (de quem anteriormente se esqueceu do Social) a que acresce umas meras intenções genéricas sem objectividade;
  • o quarto para dizer que a “equipa renovada” aposta numa freguesia mais  moderna porque tem novas urbanizações (quer isto dizer que as  nossas aldeias são um atraso?);
  • o último parágrafo faz propaganda à Câmara Municipal, esclarece que a “equipa renovada” vai continuar com a fase do betão  e  ilustra claramente que a “equipa renovada” continuará sem criatividade sob a dependência do Palácio dos Figueiredos.

Para além do já referido, estranhamente constata-se uma falta de sensibilidade para as questões Ambientais. Uma freguesia tão fustigada pela poluição, não mereceu uma única referência ou preocupação para aquilo que nos é mais Sagrado e essencial à vida humana – a Natureza.

Como já foi referido noutras ocasiões, por uma questão de respeito, em pleno Séc XXI, o Sebal merecia mais.

Esperava-se mais de  quem já militou no escalão superior…

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Antigamente havia o hábito de fazer excursões, que era uma forma da nossa gente conhecer um pouco de Portugal. Até se organizavam passeios à praia. Todos, pobres e remediados, vasculhavam o fundo dos bolsos e algibeiras e lá conseguiam encontrar uns tostões para conhecerem a Feira da Golegã, Fátima, a Senhora da Ladeira, as Grutas, Santa Maria Adelaide, o Jardim Zoológico e mais uma série de outros lugares ligados à folia, mas maioritariamente à devoção e religiosidade do nosso povo.

A Câmara ainda não tinha autocarros e os pobres daquele tempo sem dinheiro, até no banco como alguns têm agora, passeavam, menos que agora está certo, mas passeavam. As festas e romarias enchiam-se de gente. Os espectáculos ocasionais que aconteciam na vila e mais esporadicamente nas aldeias enchiam, ficando o maior largo lá do sítio ou um qualquer barracão, à falta de melhor sítio, cheio de curiosos ávidos pela curiosidade e pela novidade mágica do momento.

Hoje, os “comediantes” não chegam às aldeias…e a Vila sorrateira, desperdiça os nossos impostos em espectáculos com casas vazias. Será que se o espectáculos fossem abrilhantados por uma actuação de “Porco no Especto ” a Cultura não seria servida a uma faixa maior da população? É uma sugestão válida…

Acusando o sucessivo apontar do dedo à Agenda Cultural, a Câmara Municipal encontrou uma solução mágica para ocupar espaço na página oficial:

Bandas em Concerto

Data: de 03 de Outubro de 2009 a 06 de Março de 2010.
Hora: 21:30h
Local: Cine-Teatro de Condeixa
Evento: Programa:
3 de Outubro: Banda Bingre Canelense
7 de Novembro: Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis
6 de Fevereiro: Banda Velha União Sanjoanense
6 de Março: Banda Nova de Fermentelos

Desta forma, até 6 de Março de 2010 efectivamente a página não irá estar vazia. Conseguido e ultrapassado este “efeito político” de calar os críticos, quanto ao serviço prestado à Cultura de Condeixa questiona-se os seus resultados e métodos.

Dizia alguém que assistiu ao espectáculo do passado sábado:

– É uma vergonha, deviam lá estar umas trinta pessoas…e uma parte delas eram acompanhantes da banda.

Levantou-se a questão se o espectáculo tinha sido anunciado…ao que responderam qualquer coisa do género:

– Foi, foi. Estavam papeis nos Bombeiros e nos cafés (da Vila) a anunciar.

Aqui é que está o problema. A Câmara identifica-se com Condeixa – Vila e esquece o Concelho que vai da serra à várzea e passa pelas novas urbanizações…

Por muito que custe dizer e ouvir, a verdade é só uma, a Câmara não conseguiu criar e desenvolver um programa Cultural para todos os Condeixenses.

Não é só dizer que Condeixa tem mais não sei quantos mil habitantes e quase outros tantos eleitores muito úteis nestas ocasiões. É preciso integrar as pessoas na comunidade e para isso é obrigatório criar uma Agenda Cultural a pensar também neles.

Noutros tempos bastante recuados havia uma sala de cinema que arrastava a população para as suas sessões; mais tarde o cine-teatro, entre outras coisas enchia a sala para as sessões de cinema. Nos dias de hoje, com tantos residentes, que até serve de motivo para se afirmar o desenvolvimento, por onde anda a motivação?

Tantas vezes foi apregoado que Condeixa não seria um dormitório. Se os novos moradores, na sua maioria não se deslocam à zona histórica dos palácios, nem a conhecem, então Condeixa é o quê?

A Cultura de Condeixa não pode viver à custa de “montar Barraca na Praça da República”.  Existe mais Condeixa para além da Praça.

É urgente acabar com a ilusão Cultural que se vive em Condeixa…Se não podem ou não têm capacidade para levar a cultura a passear pelo Concelho, porque não dar melhor utilização aos autocarros da Câmara e trazer o “Concelho a Condeixa”?

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Cultura de Condeixa: página em branco…

fonte: htpp://www.cm-condeixa.pt

4 Setembro 2009 - Cultura em Condeixa

4 Setembro 2009 - Cultura em Condeixa

Cultura de Penela: página recheada…

fonte: htpp://www.cm-penela.pt

4 Setembro 2009 - Cultura em Penela

4 Setembro 2009 - Cultura em Penela

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A CPCCRD

Mais uma ajudinha…para estimular o associativismo.

Um sítio a visitar – A Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. Lá encontra informação que poderá ser útil à sua Associação

Cpccrd

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culpa

A culpa

A nossa freguesia regista atrasos em quase todos os  sectores, mas é na  área Cultural e na Social que as maiores falhas se notam.  Em termos de vias de comunicação,  mesmo com tanto betão e alcatrão espalhado, as muitas injustiças que têm vindo ao conhecimento nos últimos dias,  mostram uma realidade triste e impensável nos dias de hoje. Há que encontrar os culpados…

Em democracia é ponto de honra respeitar os resultados eleitorais, certo de que estes resultam da vontade da maioria e que esta maioria vota em total liberdade e que é possuidora de bases culturais que lhe permitam em consciência decidir efectivamente qual é a escolha mais acertada para a eleição em causa.

Podemos considerar  acto democrático a escolha do eleitor, que vota sistematicamente em função da mesma  cor partidária seja qual for a eleição em causa, sem conhecer todos os programas eleitorais e todos os candidatos?

Sim e não. É  um acto democrático se não é acção resultante de  medos ou coações. Por outro lado, sendo o acto voluntário, mas se o eleitor foi privado dos seus direitos de informação, educação e cultura, ele não decidirá de forma autónoma e independente. A sua decisão dependerá sempre do conhecimento adquirido no mundo periférico manipulado que lhe é imposto. Nestas condições não há democracia. A “existência” quotidiana do eleitor por si só já não é democrática o que inconscientemente  condicionará e o orientará na escolha pré-determinada por outros.

Criado neste mundo artificial, o eleitor  por norma aposentado ou a caminho disso, não conseguirá distinguir entre os direitos consignados na Constituição e algumas actividades da autarquia.  Daí surgir “Deus” personificado na figura do autarca. Neste jogo viciado, “Deus” vai ganhando…

Então de quem é a culpa deste atraso na freguesia do Sebal que eleição após eleição vem  dando vitórias ao PS?

A culpa vai inteirinha para a Concelhia do PS e aos seus dirigentes.  As escolhas “acertadas” têm dado frutos serôdios.  Depois de  roubar ao CDU (APU ou qualquer coisa parecida) um candidato, a freguesia  que já vinha a passo de caracol, meteu marcha à ré com uma administração desastrosa. A concelhia do PS vai mais longe e nas eleições seguintes volta a propor como cabeça de lista à Junta de Freguesia do Sebal um indivíduo que tinha perdido o mandato anterior por utilização indevida de dinheiros públicos . Os casos hoje em voga em Oeiras, Felgueiras, etc, não são novidade para a nossa  a freguesia (os que quiserem recordar).

O candidato ganhou e continuou a seu belo prazer a enriquecer a freguesia com riquíssimas  “obras de arte” que continuam   diariamente a poluir o nosso horizonte visual e espiritual. São muitas as histórias, algumas tristes demais para serem aqui contadas…

O candidato não teve culpa, porque quem não tem não pode dar, culpa têm a Concelhia de Condeixa do PS e o sr Engº Jorge Bento, que conheciam, sabiam, estavam a par da situação, pelo que tinham o dever e obrigação de escolher gente capaz para candidato a presidente da Junta. A freguesia do Sebal e a sua gente mereciam mais respeito.

Neste momento, não temos uma única obra ou projecto que divulgue o nome Sebal por esse mundo fora. Um povo subjugado  ao seu senhor mas triste, cansado, sem orgulho e desmotivado não tem tempo para a Cultura. Não tem bairrismo suficiente para o Desporto. Não tem forças para se exprimir musicalmente.

Este é o resultado das escolhas do PS que considerou as eleições como um jogo, ao invés de contribuir para um desenvolvimento saudável e harmonioso da freguesia. Consciente à época  da sua posição, poderia perfeitamente ter escolhido pessoas com o mínimo de perfil para o cargo. Algumas escolhas da Concelhia do PS, além de desprestigiarem o cargo de Presidente da Junta de Freguesia, contribuíram para termos um zero menos em Cultura, Turismo, Rede Social, Gastronomia, Artesanato, Tradições, etc.    E o actual presidente  confirma-o em entrevista às Beiras em 17-7-2009:

As Beiras: E as colectividades têm algum relevo na freguesia?

Raul Pratas: A freguesia, sinceramente, não é muito rica nisso. Já tivemos ranchos folclóricos, tanto adultos como infantis, mas dão trabalho e as pessoas vão–se cansado, enquanto os mais novos querem outras coisas e não se interessam por essas actividades. Neste momento, a freguesia está deficitária nesse aspecto…

Esta é a situação que interessa ao PS de Condeixa. Só com um povo subjugado, inculto e com altos níveis de iliteracia o PS consegue vencer eleições. Mas cuidem-se, com os jovens eleitores e novos residentes na freguesia…para estes não basta alcatrão e betão.

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Vamos lá comparar com a freguesia de Sebal:

Todas as povoações da Freguesia de Calde, possuem a sua Associação exercendo actividades de interesse colectivo, tais como apoio à infância, à terceira idade, ao desporto e à cultura .

Estas Associações têm as seguintes denominações:

Associação Social, Cultural, Desportiva e Recreativa de Calde, englobando o Grupo Desportivo de Calde ( filial do Boavista Futebol Clube)

Rancho Folclórico de Calde

Associação Cultural e Recreativa de Várzea com o seu Grupo Etnográfico de Cantares do linho;

Associação Social, Desportiva e Cultural do Almargem;

Associação Recreativa e Desportiva da Póvoa de Calde;

Associação Social, Desportiva e Recreativa de Paraduça;

Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Vilar do Monte.

fonte: http://www.jf-calde.pt/mod_texto.asp?pag=aso

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Pelos vistos a Associação está a funcionar dentro da legalidade segundo os comentários que chegaram. Aceito o convite para consultar os documentos da Associação, tanto mais que no interesse em divulgar a freguesia é importante que nela conste o historial das Associações, neste caso a do Avenal.

Para a divulgação, gostaria de ter acesso nomeadamente a todos os livros de tesouraria, de registo de sócios e actas desde a sua fundação, porque só assim é possível escrever o historial da ADRC do Avenal baseado em factos reais e credíveis.  Este blogue terá ainda muito gosto em divulgar o historial e as actividades da Associação, desde que haja conhecimento das mesmas.

De momento só há um problema, é que não se conhecem os elementos que compõem a  Direcção pelo que vai ser difícil dirigir-lhes o pedido de consulta dos documentos. E que tal para interesse da Associação em particular e do Avenal em geral fazer chegar a convocatória das eleições e a lista de candidatos ou até fotocópia da acta referente à tomada de posse da actual Direcção. Assim, conhecendo a Direcção facilitaria o acesso à  consulta dos documentos que amavelmente diz estarem à disposição.

As coisas ou se fazem bem ou não se fazem…Que secções ou actividades regulares existem ou se praticam? Não podemos pactuar com situações dúbias. Será que o Avenal não tem direito a uma Associação activa Culturalmente e Socialmente vocacionada para uma população envelhecida? Porque não, sem prejuízo de outras actividades (?), dotar o espaço de um centro de dia?  Diz a senhora que o que leu  “faz com que me sinta verdadeiramente envergonhada por pertencer ao lugar de Avenal”. Além da Associação nada mais no Avenal a envergonha?

Nem a poluição da Ribeira de Cernache, a falta de abrigo de autocarro para os miúdos e crescidos se recolherem da chuva, de  passadeiras, bermas  e passeios para os velhinhos e as crianças circularem em segurança, nem o estado da fonte velha e da nascente da fonte nova a envergonham? Ou não reparou nestas coisas?

E há mais…já reparou que o Avenal é talvez o único lugar do concelho de Condeixa em que não há semáforos ou lombas? A segurança dos residentes e seus familiares  não é importante?

Concordará que contra factos não há argumentos. E não se esqueça que foi proposto um modelo de gestão conjunto para as Festas de S. Tomé e para o “Convívio” que caso fosse aceite pela população, o Avenal teria democraticamente e atempadamente gerido os seus problemas de forma mais célere sem viver a agonia do dia-a-dia.

Nos tempos modernos não há tempo para improviso.
Se o Convívio vai abrindo para combater a a solidão dos idosos não seria conveniente dotar o espaço de condições de segurança e acessibilidade? Uma rampa de acesso se calhar ajudava os velhinhos a chegar à bica em condições mais favoráveis…Se calhar dotar o edifício de projecto de segurança  também ajudava…Substituir a velhinha cobertura em madeira e em amianto (produto cancerígeno proibido por lei) dava mais garantias…Também dava mais garantias uma instalação eléctrica nova de acordo com as normas aplicadas a espaços colectivos…

Ter vergonha é passageiro e não magoa.  Mas quando a desgraça bate à porta…a dor e os remorsos aleijam e custam a sarar.

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