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Archive for Setembro, 2009

Destinatário: Presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Presidente da Assembleia do Município de Condeixa-a-Nova, Presidente da Junta de Freguesia de Condeixa-a-Nova

Petição “Rua António Pimentel”

Queiram V. Exªs aceitar a petição das entidades subscritas que pretendem seja atribuído o nome do pintor António Pimentel a uma rua da Vila de Condeixa-a-Nova, efectuando-se deste modo a justa homenagem de reconhecimento ao artista condeixense que pelo mundo fora dignificou o nome da sua terra natal.
Permitam-nos com um breve resumo biográfico recordar a V. Exª quem foi António Pimentel.
António Manuel Moita Pimentel nasceu em Condeixa em 22 de Janeiro de 1935.
Ainda adolescente inicia experiência artística com o pintor conimbricense Carlos Ramos e lições de cerâmica com o pintor Mário Oliveira Soares.
Em 1956 participa no 1º Salão de Artes Plásticas dos Novos de Coimbra.
Em 1957 realiza a primeira exposição individual, no Salão Do 1º de Janeiro em Coimbra. Nesse mesmo ano, funda com artistas estudantes o Circulo de Artes Plásticas da Associação Académica de Coimbra, dirigido pelo artista brasileiro Waldemar da Costa.
Em 1959 é convidado pelo Professor Doutor Bissaya Barreto para pintar os murais do Instituto Maternal de Coimbra.
Em 1960 vai para Lisboa onde trabalha numa agência publicitária com Alves Redol, Orlando da Costa, Luís Sttau Monteiro e José Carlos Ary dos Santos.
Convidado pelo Ministério dos Negócios Exteriores do Brasil, realiza uma viagem de estudo por esse país e radica-se no Rio de Janeiro, onde faz um curso de gravura no Museu de Arte Moderna, sob a orientação de Roberto de La Mónica. Ainda no Rio de Janeiro realiza uma Exposição onde obras suas são adquiridas por coleccionadores.
Convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian recebe desta uma bolsa de estudo para Paris, onde frequenta o Atelier 17, dirigido por Stanley Thayry e a École Nationale des Beaux Arts, onde obtém o 1º prémio para estrangeiros.
Tendo residido longos anos em França, volta a Portugal em Abril de 1974, não sem antes ter ido a Londres, para assistir à selecção de uma gravura sua para a publicação “European Illustration” e ver os originais serem expostos na Royal Academy of Arts.
Como ilustrador, colabora com diversos escritores destacando-se as ilustrações para o livro de poemas de José Carlos Ary dos Santos, ” As Portas que Abril Abriu”, uma obra de referência acerca de ‘A Revolução dos Cravos’ a propósito do 25 de Abril de 1974.
Radica-se finalmente na sua terra, comprando duas casas: uma em Alcabideque (Casa dos Bentos) e em Bom-Velho, onde instala os seus ateliers. É lá que desenha para os Correios Telégrafos e Telefones, o selo comemorativo do Centenário de Amadeu de Sousa Cardoso e pinturas alusivas aos Descobrimentos portugueses para a Exposição de Sevilha 1992, Jogos Olímpicos Barcelona 1992 e “Escrita” (Literatura Portuguesa).
Expôs pela última vez no ano de 1997. A Casa da Cultura de Coimbra e o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz acolheram nesse ano as suas últimas exposições públicas em vida.
Vítima de doença oncológica, Tópi (forma como era tratado pelos amigos) morre em 24 de Abril de 1998 na sua Casa dos Bentos, tendo sido sepultado no dia em que Condeixa comemorava o Dia da Liberdade.
Assim, pelo seu trabalho em prol da cultura, por perpetuar o nome de Condeixa ligado hoje e sempre ao seu vasto legado artístico distribuído por colecções públicas e particulares de todo o mundo, por não renegar as suas origens e por colocar o seu nome na História, julgamos com toda a convicção que atribuir o nome de António Pimentel a uma artéria da Vila de Condeixa, será de momento, a homenagem mínima que esta terra e as suas gentes poderá fazer postumamente para lembrar e dar a conhecer este filho da terra.
Esperando o bom acolhimento de V. Exªs, somos com a maior consideração:

Os Peticionários

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O fotógrafo “a la minute” era  muito visto antigamente em zonas de veraneio ou onde passasse muita gente. Como tudo evolui, surgiu o Polaroid e mais tarde o digital e lá desapareceu aquela figura típica do “a la minute” com o seu famoso cavalo.

Parecia um milagre. Num repente, dispunham-se as personagens com ou sem cavalo, “olha o passarinho” e “já está”…para a posteridade.

alaminute

Fotógrafo "a la minute"

Ao dar uma olhadela ao programa eleitoral do Sr Engº Jorge Bento estamos convictos que o conceito do “a la minute” regressou a Condeixa. Vago e generalista,  compilação de frases feitas, com um apelo melado ao sentimento, lava as mãos e delega o futuro na responsabilidade cívica dos cidadãos.

O programa eleitoral do PS de Condeixa parece ter sido concebido numa qualquer esplanada da Praça a meio duns “goles de chá e umas línguas de gato” entre as 5 e a hora de jantar.

Qualquer caloiro dum qualquer curso de Ciências Políticas e Sociais faria melhor.

Nada de bom se augurava  de um programa eleitoral feito em cima do joelho e só após forte pressão dos artigos e comentários nos blogs!!!

fonte:
foto retirada de http://fotocache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos//ae/44/50/4872146_HYqyz.jpeg

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A quem eventualmente me possa acusar de ter algum alinhamento “de direita”, o que sinceramente e dado o panorama político recente, é um conceito tão esbatido, respondo com o estado “ser de esquerda” de gente Socialista da nossa praça. Tenho sérias dúvidas quanto ao alinhamento esquerdista de pessoas que se agarram com despotismo ao poder de forma a não deixar espaço para os outros. Dá que pensar.

Mas aparte estas considerações que me parecem já argumentos do passado, dado que cada um é livre de se afirmar e expressar como entender, até os da direita, o que contará sempre é a sua atitude social. Eu só sei que sou tolerante e tenho amizades em todos os quadrantes políticos.

O que interessa a todos(?) é o progresso da nossa terra que teima em não descolar do Séc XX. Trocando por miúdos, ainda não superámos a fase do betão, do saneamento, enfim da obra de “encher o olho” e dar penacho.

Condeixa-a-Velha - Arcos do Anfiteatro

Condeixa-a-Velha - Arcos do Anfiteatro

Vem isto a propósito de um passeio ao fim de tarde de domingo, após cumprir o meu direito cívico eleitoral. Comecei por visitar Condeixa-a-Velha e o que sobra do Anfiteatro. Não deixei de reparar nos arranjos das ruas, nas novas habitações e nas antigas em fase de recuperação, mas também nalgum lixo e restos de obras à mistura, ali mesmo para turista ver.

Como será possível uma Autarquia que não consegue conter a pressão urbanística e imobiliária numa mini zona histórica, querer gerir a colossal Conímbriga?  A construção de mamarrachos “tuti-cores” e a não preservação da arquitectura e cantaria típica destrói irreversivelmente uma aldeia com fortes possibilidades turísticas.

Rumei de seguida em direcção à Serra de Janeanes, Casmilo,…Que privilégio é contemplar esta nossa paisagem, momentaneamente conspurcada pela mata da Bufarda. Pergunto eu:

– Porque é que sistematicamente a ignoramos? Porque é que não a divulgamos e com algum investimento a fazemos reverter economicamente a nosso favor? Porque não divulgamos os nossos produtos?

Porventura será algo tarde. Sem ajuda, desaparecerão os artífices que os sabem fabricar de forma ímpar! A propósito, a ADSICÓ para Condeixa é real, virtual ou só para efeitos de curriculum?

Serra de Janeanes - Moinho de Vento

Serra de Janeanes - Moinho de Vento

Isto de dizer que os “comentários típicos da direita, que continua a recusar a meritocracia democrática em favor do local em que se nasceu” é pura demagogia de ocasião e vai contra o conceito base de democracia autárquica assente e exercida pela comunidade local. Existem sentimentos inatos que só os autóctones os podem sentir. Só a provável falta de mérito (vulgo aptidão) de algumas pessoas justificará o actual marasmo intelectual, social, cultural, associativo, desportivo e turístico do concelho de Condeixa.

Tenho a convicção que a esperança virá um dia com a aculturação dos estrangeiros que por cá se vão fixando e que valorizam tudo o que temos e à sua maneira nos acham um povo sem auto-estima, uns tolos em nos guerrearmos com coisas fúteis e que não somos capazes de tomar conta do nosso destino.

E se ainda restam dúvidas, bastou um influente estrangeiro – Lichnowsky, príncipe alemão, autor da frase “Condeixa é um cesto de flores” – que desde o Séc XIX, marcou definitivamente a nossa identidade.  Imaginemos o que farão mais uns quantos do mesmo calibre.

Eu já cá não estarei para ver!

Pergunto:

– Por tudo isto, será Condeixa nestes tempos de democracia, governada por uma elite meritocrática democrática, como alguns teimam em impingir?

Post Scriptum:

Nos concelhos vizinhos, mais avisados e prudentes, já encetaram a recuperação do tempo perdido. Por aqui, quem tem responsabilidades na matéria, autista, vai alegremente assobiando de mãos nos bolsos. Entretanto, o grupo de fãs do mesmo clube oligárquico assegura o “status social” com os respectivos auto-elogios e palmadinhas nas costas, sem consciência que uns e outros são responsáveis pelo delapidar despudorado dos nossos recursos.

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“Sou moleiro desde a barriga da minha mãe”

Fernando Mourão teve outras profissões, mas nunca deixou os moinhos.

“Sou moleiro desde a barriga da minha mãe”, começa por dizer Fernando Mourão. Passados 52 anos, o motorista de autocarros ainda se detém, fascinado, “a ver a pedra trabalhar”.

Na antiga casa da família, em Casal do Espírito Santo, Sebal, no concelho de Condeixa-a-Nova, perduram três moinhos. Dois são de água, o outro, eléctrico, é usado apenas quando o Verão seca os canais. Até porque a qualidade do produto é inferior. “Se me derem duas amostras de farinha, uma do moinho de água e outra do moinho eléctrico, com os olhos fechados eu sei qual é qual”.Fernando Mourão conta tudo isto, entusiasmado, autêntico guia no sítio onde cresceu e continua a voltar, todos os dias, para moer o milho e o trigo. “O meu quarto era aqui, ao lado do moinho. Quando estava desligado, não conseguia dormir bem”, nota.

“Ainda gostava de, quando me reformasse, dormir aqui umas sestas, ao som da pedra”, diz Fernando, sorridente. O pai fazia isso. Aliás, a moagem parece colada àquela família, onde agora só ele sobra, com uma ajuda ténue da mulher e das filhas, com 16 e 18 anos. O pai e a mãe conheceram-se a vender farinha. Cada um tinha, atrás de si, uma família de moleiros. A mãe, então, era verdadeiramente dedicada ao ofício, como recorda Fernando: “Ela adorava isto. Uma vez, esteve em coma, no hospital, e quando acordou só falava em farinha. Chegou a dormir a sesta em casa de fregueses, no Verão”.

Entre os clientes – muitos herdados dos pais, sobretudo em Carapinheira do Campo, no concelho vizinho de Montemor-o-Velho -, estão padeiros e particulares. Alguns entregam-lhe cereais para ele moer, outros preferem adquirir o produto final. A farinha é usada, essencialmente, para fazer broa e papas. “Desde que o pão começou a ficar mais caro, as pessoas passaram a usar mais o forno para cozer a broa”, observa.

A moagem é apenas um “part-time” a que Fernando Mourão se dedica por gozo, já que o ofício “rende poucochinho”. É ele quem trata de tudo sozinho. Faz a distribuição dos sacos de farinha porta a porta, como antigamente. Mas a carroça em que chegou a fazer as entregas, com a mãe, deu lugar a uma carrinha de caixa aberta. Filho único, ajudou em casa desde que tem lembrança de existir.

Fernando Mourão lamenta que a actividade esteja a desaparecer – logo ele, que viu moinhos por ali às dezenas, e moleiros a fazer fila com as suas carroças carregadas de sacos de farinha -, mas espera dar-lhe continuidade até ao fim, como fizeram os pais.

A dureza física é uma explicação para este esmorecer – não apenas o fraco rendimento. É preciso carregar sacos às costas, fazer entregas, tirar a mó – “pesadíssima” -, de vez em quando, para a picar, de maneira a que cumpra bem a sua missão, e voltar a colocá-la. “Para entregar a farinha também apanho grandes molhas”, acrescenta, bem disposto.

A vida, dividida entre as mós e os autocarros, está bem organizada: “Nunca faltei uma hora ao meu serviço para fazer farinha!”. Fernando Mourão é motorista, nos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC), há quase 20 anos. “Gosto de tudo o que envolve lidar com pessoas!”, justifica. E quanto aos malabarismos constantes que tem de fazer para cumprir as obrigações de um lado e do outro? Simples: “É giro, é divertido!”.

fonte:
http://jn.sapo.pt
2009-01-30
artigo de CARINA FONSECA, BRUNO T. PIRES

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Espuma invadiu cursos de água em Ega e Sebal
Data: 2007-06-21

Cursos de água no concelho de Condeixa foram afectados por descargas de materiais cuja origem está ainda por apurar. Tudo indica que os produtos terão origem na zona industrial.

Alguns cursos de água das freguesias de Sebal e Ega, no concelho de Condeixa-a-Nova, foram, na sexta-feira, local eleito para a descarga de eventuais produtos poluentes. A espuma atingiu dimensões consideráveis, estando ainda por apurar a sua origem.

A situação foi denunciada pela comissão política do PSD de Condeixa que, em comunicado enviado ao Diário de Coimbra, lamenta a «existência de indícios bem visíveis da descarga de produtos ainda não apurados, mas aparentemente poluentes nas linhas de água que servem os campos agrícolas em Sebal e Casével». Segundo Pedro Henriques, presidente da concelhia social-democrata de Condeixa, na sexta-feira verificou-se a existência de uma «quantidade considerável de espuma em todos os pontos de queda de água, denunciando a existência de produtos que terão sido derramados nas linhas de água», nomeadamente em açudes, quedas de água e na saída das águas junto à zona industrial de Condeixa-a-Nova. A situação foi de tal modo grave que, ao final da tarde, os bombeiros foram chamados à zona da ponte de Casével para remover a espuma que chegou a invadir a EN-347.

Foi o próprio PSD que deu conhecimento à brigada do ambiente da GNR que se deslocou ao local para recolher amostras e apurar que tipo de produto de trata e a sua origem. Segundo os social-democratas, pelas «zonas afectadas» e pela «espuma que se manifestou», o foco de poluição terá origem na «zona industrial», uma situação que o presidente da Câmara Municipal de Condeixa não põe de lado, afirmando mesmo que «tudo indica» que será essa a proveniência, estando, no entanto, por apurar a origem exacta da descarga.

A situação foi segunda-feira analisada na reunião do executivo municipal de Condeixa onde foram dados os «esclarecimentos possíveis», disse Jorge Bento, adiantando que «pelo tipo de espuma e pelo cheiro indicia tratarem-se eventualmente de produtos de limpeza». Considerando «prematuro» tirar conclusões, até porque os resultados da brigada do ambiente ainda não são conhecidos, o autarca afirma, contudo, que a descarga verificada em nada tem a ver com a ETAR existente na zona industrial, concessionada há cerca de um ano à empresa Águas do Mondego, que «está a trabalhar normalmente». A este propósito, Jorge Bento recorda que a ETAR da zona industrial tem uma rede preparatória que drena as águas e permite a separação dos materiais inócuos, que passam ao lado da ETAR, dos resíduos industriais e domésticos, que são tratados na estação. Por isso, diz, à partida não haverá problemas ambientais mas, a existirem, serão levantados os respectivos autos pela GNR.

Post Scriptum

  • fonte: artigo do Diário de Coimbra retirado do sítio da Câmara Municipal de Condeixa
  • resultado do inquérito?????
  • onde anda Fernando Pita, o Vereador do Pelouro e candidato pelo PS à Assembleia Municipal? Nunca se lhe ouviu uma palavra sobre ambiente…saberá o significado da mesma?
  • qual a posição tomada pela Junta de Freguesia do Sebal?

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O Sr Engº  Jorge Bento e comitiva veio apresentar a lista do PS à Assembleia de Freguesia do Sebal  e pela primeira vez, certamente, deu-se conta que tem oposição.

Pois as coisas desta vez não são tão lineares como é costume. Independentemente de se atingirem os objectivos imediatos, a coisa está mais elaborada e projecta-se mais longe e fica escrita para memória futura.

Ao referir a Lei da Paridade, Jorge Bento deu um tiro no pé. É caso para perguntar:

Quantas mulheres elegeu o PS para a Assembleia de Freguesia do Sebal?  Não estou a ouvir! Não se lembra!…

Bem pode agora vir com as teorias machistas de ocasião e oportunismo como no seu discurso lamechas:

– “É impossível subtrair o papel da mulher na vida política e é com gosto que pela primeira vez vejo um número tão elevado de mulheres nas listas”.

Vamos a ser francos, a maioria das mulheres que integram as listas PS, não estão lá por mérito mas por uma imposição legal – a lei da Paridade, de outra forma não punham lá pés.

Lembro que, nestes últimos oito anos, tenho sido a única mulher a fazer parte desta Assembleia de Freguesia.

Pois vou despertar-lhe a memória. Em 30 de Maio de 2008, o senhor Presidente da Câmara Municipal de Condeixa deslocou-se ao Sebal. Diz a página oficial da Câmara Municipal:

A historia de uma freguesia é feita por vocês que lutaram mais pela vossa terra do que todos os notáveis da historia.

Foi assim que o Presidente da Câmara Municipal de Condeixa deu inicio à cerimónia que deu a conhecer os símbolos heráldicos da freguesia do Sebal, e que serviu igualmente para homenagear os eleitos locais que trabalharam em prol da freguesia no pós 25 de Abril de 74”.

Nesta homenagem feita aos eleitos do pós 25 de Abril, quantas foram as mulheres do PS homenageadas?

Mulheres homenageadas só uma, EU a única que, lutou e luta mais pela sua terra como afirmou o Sr Presidente, e não represento nem me revejo num partido que discriminou as mulheres da freguesia ao longo de décadas!

Tiveram oportunidade de voluntariamente evoluir, mas o machismo imperou.

Pelos vistos, a evolução por estes lados só mesmo por “Decreto Real”.

machismo

O Machismo

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A estatística semanal do Blog Sebal2009comfuturo revela um número crescente de visitas.
Agradeço as vistas e a elevação demonstrada na maioria dos comentários e mails recebidos.

Congratulo-me com alguns benefícios recentes que a freguesia do Sebal tem recebido nestas alturas eleitorais, e sem querer usurpar o mérito (se é que o há) para quem os concretizou, refiro modestamente o contributo deste blog na resolução dos mesmos. Que se vão habituando.

O ideal seria não repararmos nesta avalanche repentina de obras, sinal que os nossos impostos teriam uma aplicação séria e independente das épocas.

Estatistica semanal de visitas ao blog

Estatistica semanal de visitas ao blog até 27 Setembro

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